Menu

IACInstituto de Apoio à Criança - Newsletter – Dependência online­ ͏ ‌      ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌       ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­

 ͏  ͏  ͏  ͏ ͏  ͏  ͏  ͏ ͏  ͏  ͏  ͏ ͏  ͏  ͏  ͏ ͏  ͏   ͏ ͏  ͏  ͏  ͏

 

 

Editorial

Este número do InfoCRIANÇA é dedicado à dependência online. "Em termos gerais, é possível dizer que o uso dos ecrãs pode ser considerado saudável quando tem um propósito, decorre durante uma quantidade de tempo razoável e tem benefícios cognitivos, comportamentais e promove o bem-estar (Odgers & Jensen, 2020; Davis, 2001). Por sua vez, no polo oposto do espectro, o uso pode ser problemático quando implica o dispêndio de uma grande quantidade de tempo, bem como tem efeitos físicos e psicológicos adversos. Actualmente, reconhece-se que o uso problemático da internet, das Redes Sociais ou dos videojogos pode resultar em sintomas semelhantes aos de dependência de substâncias psicoactivas (Burkauskas et al., 2022., Spada, 2014)." OPP, 2024. Neste InfoCRIANÇA serão apresentados, publicações e relatórios  sobre este tema.

 

Dependência Online

A dependência online pode ser definida como o uso excessivo e descontrolado de determinadas aplicações online, resultando em interferências nas relações sociais e nas atividades da vida diária, como atividades escolares, académicas ou profissionais. A dependência online desencadeia reações adversas semelhantes à abstinência (e.g., ansiedade, agressividade, raiva, etc.), quando não existe a possibilidade de aceder às aplicações online desejadas (Yellowlees & Marks, 2007).  [tradução nossa]

Adição

Doença primária do cérebro, crónica, que provoca manifestações biológicas, psicológicas, sociais e psíquicas como por exemplo: incapacidade de abstinência consistente, défice no controlo dos impulsos, craving, diminuição na qualidade do juízo crítico com diminuição no reconhecimento das consequências negativas do comportamento (problemas de saúde, pessoais, familiares, judiciais e outros) e resposta emocional disfuncional.
Glossário do ICAD, 2024

Comportamentos Aditivos e Dependências

Comportamentos com características impulsivo-compulsivas em relação a diferentes atividades ou condutas (ex. consumo de substâncias psicoativas, jogo, entre outros) envolvendo um potencial de prazer por ativação intensa de estruturas cerebrais que integram o sistema de recompensa. A continuidade e perseverança destes padrões de comportamento, coexistindo com outros fatores de natureza neurobiológica, psicológica, genética e ambiental, poderá evoluir para o ciclo de adição. Uma situação de dependência é formulável mediante a presença de um conjunto delimitado de critérios, entre os quais o forte desejo ou compulsão para desenvolver o comportamento aditivo, a síndrome de abstinência, a evidência de tolerância, dificuldades de controlo do comportamento aditivo, o abandono gradual de prazeres alternativos em função do comportamento aditivo, entre outros.
Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (2013). 

Quais os sinais de dependência da internet e de videojogos em crianças e jovens?

Estes são alguns dos potenciais sinais de alarme em crianças e jovens com uso patológico da Internet e dos videojogos:
• Perdem a noção do tempo enquanto estão online;
• Tornam-se agitados ou agressivos quando os videojogos online são interrompidos;
• Apresentam sintomas de abstinência quando os videojogos são retirados das suas atividades diárias (ex. irritabilidade);
• Perdem interesse em participar noutro tipo de atividades, que não estejam relacionadas com os videojogos online, nomeadamente com a família ou amigos;
• Evitam com frequência compromissos, para continuar a jogar;
• Desobedecem aos limites que foram estabelecidos para a utilização da internet;
• Mentem ou omitem a membros da família o tempo despendido online;
• Criam relacionamentos com pessoas que apenas conhecem online;
• Recorrem aos videojogos online como forma de anular e/ou aliviar estados de humor negativos;
• Não se deitam à hora que seria expectável e de manhã parecem exaustos;
• Falham na tentativa de abdicar de jogar; e
• Os comportamentos de dependência interferem significativamente no seu desempenho escolar e nos seus relacionamentos sociais.
ITAD, Dependência da internet e de videojogos em crianças e jovens

Quais as principais consequências de dependência da internet e de videojogos ?

A adição aos videojogos online surge associada a múltiplas consequências negativas, que se dividem em:
• Consequências sociais: Visto que as crianças e jovens com manifestações comportamentais de dependência da internet e de videojogos passam muito tempo online, despendem menos tempo interagindo com os outros, o que pode gerar sentimentos de isolamento e de solidão, e a perda de amigos e relacionamentos.
• Consequências académicas: Frequentemente, estas crianças e jovens exibem um decréscimo no seu desempenho académico e nas suas notas escolares. Tal deve-se ao facto da realização dos TPC e de estudar para os testes se tornarem cada vez menos importantes e prioritários. Em adultos dependentes da internet e dos videojogos, os efeitos no desempenho laboral são semelhantes.
• Consequências Financeiras: Em adolescentes e adultos que despendem grandes quantidades de dinheiro em novos videojogos e upgrades informáticos.
• Consequências familiares: A dependência da internet e videojogos conduz frequentemente à deterioração das relações familiares. Tensão e conflitos entre os membros da família aumentam à medida que os pedidos para reduzir ou eliminar o acesso à internet e aos videojogos são ignorados. As crianças e jovens poderão negar que o problema existe, tentar esconder quanto tempo passam online e acusar os pais de se estar a intrometer na sua vida. Os próprios pais podem discordar em como lidar com o problema, o que pode conduzir a frequentes discussões e conflitos.
• Consequências para a saúde: A dependência da internet e de videojogos pode conduzir à negligência dos cuidados de higiene pessoal, hábitos de sono pouco saudáveis, alimentação desadequada que privilegie refeições rápidas e de simples preparação e diminuição da prática de atividade física. Algumas das suas consequências físicas podem incluir cefaleias, dores nas costas ou no pescoço, insónias e dificuldade em dormir, Síndrome do Túnel Cárpico e/ou convulsões.
• Consequências emocionais e psicológicas: Crianças e adolescentes com manifestações comportamentais de dependência da internet e videojogos podem experimentar um humor deprimido, baixa autoestima, ansiedade social, baixa tolerância à frustração, raiva e sentimentos de culpa e vergonha por não conseguirem controlar os seus comportamentos de dependência.
ITAD, Dependência da internet e de videojogos em crianças e jovens

 

Trabalho desenvolvido pelo IAC

Histórias do Lucas

Esta série de animação é fruto de uma parceria entre o Instituto de Apoio à Criança, a Fundação Lapa do Lobo, a GO TO e a RTP 2.
Estes dois episódios foram realizados com o patrocínio do Centro Internet Segura, coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P.
O IAC é membro do Conselho de Acompanhamento do Centro Internet Segura

Só mais um bocadinho

Já sonho com jogos

 

Sobre Dependência Online Recomendamos

Recomendações da Sociedade Portuguesa de Neuropediatria para a utilização de ecrãs e tecnologia digital em idade pediátrica (2024)Documento da responsabilidade da Sociedade Portuguesa de Pediatria "Os membros da Sociedade Portuguesa de Neuropediatria têm notado, na sua prática clínica diária, durante a última década, o impacto da utilização de ecrãs tácteis na saúde das crianças e no seu neurodesenvolvimento. Assim, procurando utilizar a evidência cientifica disponível, pretendem alertar os pais, educadores e sociedade civil para os riscos dos mesmos, emitindo recomendações de utilização destas tecnologias de forma mais saudável em idade pediátrica."


Disponível online

Orientações para a utilização de ecrãs e tecnologias digitais nas escolas (2024)Documento da responsabilidade da Ordem dos Psicólogos Portugueses "Em termos gerais, é possível dizer que o uso dos ecrãs pode ser considerado saudável quando tem um propósito, decorre durante uma quantidade de tempo razoável e têm benefícios cognitivos, comportamentais e promove o bem-estar (Odgers & Jensen, 2020; Davis, 2001). Por sua vez, no polo oposto do espectro, o uso pode ser problemático quando implica o dispêndio de uma grande quantidade de tempo, bem como tem efeitos físicos e psicológicos adversos. Actualmente, reconhece-se que o uso problemático da internet, das Redes Sociais ou dos videojogos pode resultar em sintomas semelhantes aos de dependência de substâncias psicoactivas (Burkauskas et al., 2022., Spada, 2014)."


Disponível online

Imagem retirada daqui

Jogos e dependência online: gaming  (2024)Publicação da responsabilidade da Fundação Altice "A maioria das crianças e  dos jovens gostam de jogos, mas cabe aos adultos orientá-los para um uso equilibrado. Os jogos podem ser  podem ser ferramentas poderosas para o desenvolvimento, mas é preciso estar atento aos riscos do vício e da exposição a conteúdos inadequados.".


Disponível online

Scroll. Logo existo! Os comportamentos aditivos no uso da internet e das redes sociais (2023)Artigo de Joaquim Fialho [et al.]  "Este projeto de investigação-ação, focado nos comportamentos dos jovens no uso do ecrãs, tem como objetivos estudar as práticas de uso dos ecrãs; identificar comportamentos aditivos nos utilizadores de ecrãs; caracterizar e diferenciar as práticas regionais de utilização dos ecrãs; traçar perfis de utilização dos ecrãs e conceber um plano de ação para a prevenção dos comportamentos aditivos no uso dos ecrãs. A abrangência do projeto é todo o território nacional e assenta numa metodologia qualitativa e quantitativa, com vários instrumentos de recolha de dados e reúne uma equipa multidisciplinar"Disponível online

A expressão virtual dos comportamentos autolesivos na adolescência: a identificação, atividades online e as suas funções (2023)Tese de mestrado de Ana Margarida Pacheco "O estudo teve como objetivo analisar como as variáveis, história, diversidade e severidade de comportamentos autolesivos (CAL), funções dos CAL, identificação à família, aos amigos e ao plano online contribuem para o envolvimento da população adolescente Portuguesa em atividades online a favor ou contra CAL. Assim, desenvolveu-se uma análise descritiva das plataformas online utilizadas para atividades online sobre CAL e examinou-se a tipologia dos conteúdos acedidos (a favor e contra)."Disponível online

Scroll. Logo existo! Os comportamentos aditivos no uso dos ecrãs  (2023)Livro de Joaquim Fialho [et al.] "Os resultados, ainda que não sejam alarmantes, deixam algumas inquietações sobre o uso excessivo dos ecrãs nos jovens portugueses e, de um modo geral, como as rotinas do quotidiano estão a ser moldadas por interações digitais com aplicações como o WhatsApp, correio eletrónico e uma diversidade de aplicações que se encontram instaladas no smartphone."Disponível online

Correlatos da dependência online durante a pandemia COVID-19 (2022)Artigo de Inês Borges [et al.] "Em termos gerais, é possível dizer que o uso dos ecrãs pode ser considerado saudável quando tem um propósito, decorre durante uma quantidade de tempo razoável e têm benefícios cognitivos, comportamentais e promove o bem-estar (Odgers & Jensen, 2020; Davis, 2001). Por sua vez, no polo oposto do espectro, o uso pode ser problemático quando implica o dispêndio de uma grande quantidade de tempo, bem como tem efeitos físicos e psicológicos adversos. Atualmente, reconhece-se que o uso problemático da internet, das Redes Sociais ou dos videojogos pode resultar em sintomas semelhantes aos de dependência de substâncias psicoactivas (Burkauskas et al., 2022., Spada, 2014)"Disponível online

Imagem retirada daqui

Dependência das redes sociais : qual o impacto na autoestima e manipulação de fotografias? (2022)

Capítulo de livro de Patrícia Sobral, Ivone Patrão e Rui Miguel Costa 
"Na presente investigação foi possível verificar que a adição às redes sociais e a autoestima se encontram negativa e significativamente correlacionadas. Assim sendo, é possível concluir que quanto maior a adição às redes sociais, menor será a autoestima dos participantes. No que concerne à correlação entre a adição às redes sociais e à manipulação de fotografias, é possível verificar uma correlação positiva e significativa.”  Disponível online

Relação entre co-dependência e dependência online em jovens entre os 12 e os 18 anos de idade (2021)

Artigo de Ivone Patrão, Maria Marques Lopes da Silva e Maria João Gouveia 
"Atualmente não se identificaram estudos que analisem a relação entre a dependência online e a co-dependencia. As crianças e os jovens, considerados os nativos digitais, são aqueles que mais usam a tecnologia, e como tal estão em risco de desenvolver um uso excessivo. Neste sentido, é importante perceber se as questões relacionadas com a co-dependencia.”  Disponível online

O impacto das redes sociais no quotidiano de diferentes gerações (2021)Tese de mestrado de Matilde Sousa Saraiva " Assim, o presente trabalho assenta num estágio curricular realizado entre setembro de 2019 e março de 2020, na agência de Marketing Digital Smartlinks, e o seu principal objetivo visou compreender o impacto que as redes sociais têm no quotidiano de diferentes gerações, analisando mais especificamente as finalidades de utilização das redes sociais, o seu grau de importância, e as consequências que possam e/ou poderão ter surgido da sua utilização em diferentes grupos geracionais"Disponível online

Dependência da aplicação Tiktok : motivações, personalidade, flow e sentimento de pertença na origem do vício (2021)Tese de mestrado Inês Sofia Trigo "Esta investigação tem como objetivos (1) investigar que fatores levam ao desenvolvimento de uma utilização viciante da rede social TikTok, considerando características individuais do utilizador, gratificações obtidas durante o uso da rede social, o estado de flow e o sentimento de pertença; (2) examinar se o estado de flow induzido durante a utilização da TikTok varia com as características individuais do utilizador, com as gratificações anteriormente identificadas e com o sentimento de pertença, e por fim, (3) investigar se o sentimento de pertença varia com as gratificações obtidas durante o uso da rede social.  "Disponível online

DICA (dependências na internet e comportamento alimentar) : relação entre as dependências tecnológicas, alimentares e autorregulação numa amostra de adolescentes  (2021)Tese de mestrado de Maria Miguel Laranjo "Assim, a presente investigação procura explorar preditores de dependência alimentar em adolescentes portugueses, bem como a possível associação com a autorregulação e dependência de Smartphone."Disponível online

Net com Consciência

Jogos e Dependência Online (2021)Publicação da Fundação Altice  "As crianças e jovens gostam de jogar. O jogo é uma forma divertida de passar o tempo, tendo também um caráter social uma vez que pode incentivar o espírito de equipa e desenvolver determinadas competências. Frequentemente, os pais consideram que os seus filhos passam um tempo excessivo a jogar, mas em algumas situações pode ser o tempo que as crianças e jovens têm para se divertir, além das atividades curriculares e extra-curriculares. "Disponível online

A nova dependência do século XXI – Os videojogos: um estudo em contexto escolar  (2020)Trabalho de projeto de Mariana Cruz Torres "No presente trabalho projeto pretende-se perceber se existem casos de dependência de videojogos em crianças do 2º ciclo do ensino básico, nomeadamente em três turmas do 5º ano, sendo a amostra constituída por 43 alunos, conhecer os seus hábitos de jogo, assim como dos encarregados de educação que perfazem uma amostra de 40 encarregados de educação, averiguar o seu conhecimento em relação aos jogos que os filhos jogam, e o papel da escola em relação à problemática em estudo. ”  Disponível online

Os adolescentes portugueses, a internet e as dependências tecnológicas (2020)Artigo de Margarida Gaspar de Matos [et al.] "Pretende-se analisar a utilização da internet pelos jovens: o contacto com outros online, as relações de intimidade online, a dependência das redes sociais, o tempo de ecrã e os conflitos sociais causados pelo excesso de tempo online, identificando relações, comparando géneros e nível de escolaridade (proxy da idade) e identificando situações e necessidades regionais. Participaram no estudo 8215 adolescentes portugueses (52,7% género feminino), que frequentavam o 6º, 8º, 10º e 12º anos de escolaridade em Portugal continental, no âmbito do estudo do Health Behaviour in School Aged Children (HBSC)”  

Disponível online

Dependência da internet:  o panorama atual na adolescência (2020)Artigo de Francisco Neto Novela "O fácil acesso às tecnologias de comunicação e informação tornou-se ponte para o rápido surgimento da sua dependência nos adolescentes. O problema em causa é o excesso da sua utilização associada a altos níveis de disfunção em todas as esferas da vida do adolescente. Embora o conceito de Dependência da Internet (DI) ou Uso Problemático da Internet (UPI) não seja reconhecido com entidade patológica, a sua ameaça à saúde infantil e juvenil é evidente e tem sido fonte de investigação. A presente revisão fornece de modo compreensível os métodos de diagnóstico desenvolvidos, os sintomas, os fatores de risco, as consequências e medidas terapêuticas e/ou preventivas fornecidas por vários estudos ao longo da última década. ”  Disponível online

Cenas da Net 2

EU Kids Online Portugal. Usos, competências, riscos e mediações da internet reportados por crianças e jovens (9-17 anos)  (2019)Publicação de Cristina Ponte e Susana Batista "Quanto a um uso excessivo da internet, as respostas dos entrevistados (11-17 anos) destacam que algumas vezes ficam aborrecidos por não poderem estar online (60%) e dão por si a usar a internet sem um propósito definido (46%). Entretanto 11% assinalam que lhes acontece com muita frequência deixarem de estudar e passarem menos tempo com a família e com os amigos por causa da internet."Disponível online

Guia: dependências online: orientações para a gestão saudável dos comportamentos online (2019)Publicação de Ivone Patrão  "De forma negativa, o uso excessivo das TIC pode colocar em causa a saúde no geral, e em particular, a saúde física (por exemplo: alterações na postura; aumento ou diminuição do peso), a psicológica (por exemplo: alterações no humor; nas rotinas de sono), a social (por exemplo: dificuldades na socialização; dificuldades no processo de autonomia emocional e económica)."Disponível online

Dependências online: Estudo sobre a perceção da supervisão parental numa amostra de pais de crianças e jovens (2019)Artigo de  Ivone Patrão e Pedro Fernandes "A dependência online é transversal a todas as gerações. A geração cordão é aquela que não desliga, que tem dificuldade nas competências sociais, na auto regulação emocional e no processo de autonomia. A questão que se coloca é a do modelo parental na gestão da tecnologia. Os dados em amostras portuguesas de jovens, considerados a geração cordão (Patrão, 2017) (entre os 12 e os 30 anos) apontam para um cenário preocupante de cerca de 25% com adição à internet, sobretudo dos jogos online e das redes sociais. O objetivo do estudo foi de avaliar perceção do controlo parental numa amostra de pais e a relação com a dependência online e funcionamento familiar. ”  

Disponível online

Dependência de Vídeojogos: Um Problema Pediátrico Emergente? (2019)Artigo de Marlana Nogueira [et al.]  "O uso excessivo de vídeojogos é um problema emergente que tem vindo a ser estudado no âmbito de comportamentos de dependência. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de dependência de vídeojogos num grupo de crianças e identificar fatores protetores ou de risco e potenciais consequências deste comportamento."Disponível online

Dependência Online

Adaptação do teste de dependência do telemóvel para adolescentes e jovens portugueses (2019)


Artigo de Paulo Dias [et al.]  
"No presente trabalho, pretendemos apresentar os estudos de adaptação para a população portuguesa de um instrumento que foi desenvolvido para avaliar a dependência dos telemóveis. Para isso, recorremos a uma amostra de 907 participantes - adolescentes e jovens – a quem foi aplicado um questionário sociodemográfico e o Test of Mobile Phone Dependence (TMD; Chóliz, 2012), através de um formulário online.”Disponível online

Perturbação do Jogo pela Internet em Adolescentes: Diferenças entre Três Níveis de Adição  (2019)Tese de Mestrado de Hugo João Batista [...]"o presente estudo que tem como objetivo averiguar a correlação entre níveis de depressão, ansiedade, stress, isolamento, insónia, autocontrolo, agressividade, autoestima, motivos para jogar – e três níveis de adição – normal, leve e moderado/severo. Pretende-se compreender se a adição em videojogos tem impacto significativo na saúde mental dos adolescentes e se este difere consoante o nível de adição, ou seja, se quanto maior o nível de adição, maior é, ou não, o impacto na saúde mental."

Disponível online

Sempre Ligado

Dependência a videojogos e a perceção de satisfação com o suporte social em adolescentes (2018)Tese de mestrado de Maria João Almeida "Neste sentido, este trabalho tem como objetivo estudar a relação entre o grau de dependência aos videojogos e a perceção de satisfação com o suporte social em adolescentes. A amostra é constituída por 135 estudantes do 3º ciclo e ensino secundário, de um agrupamento de escolas da região centro, inquiridos através de um questionário sociodemográfico, da Escala de Satisfação com o Suporte Social (Ribeiro, 2011) e da Portuguese Internet Gaming Disorder Scale – Short-Form (Pontes & Griffiths, 2016). ”  Disponível online

O impacto das redes sociais na saúde mental dos jovens (2018)


Tese de mestrado de Jessica Fidalgo  
"Em 2014, o INE (Instituto Nacional de Estatística) verificou que 70% dos jovens portugueses com mais de 15 anos usava as redes sociais, dos quais 98% tinham um perfil no Facebook, a rede social mais utilizada em todo o mundo. As redes sociais digitais são aplicações da Internet que permitem a conexão e o contacto permanente e constante entre os indivíduos, sendo cada vez mais usadas, principalmente entre os mais novos. O seu uso versátil, que coloca ao dispor dos seus utilizadores uma grande variedade de atividades, torna-as quase irresistíveis e demasiado apelativas, tanto para os mais novos como para os mais crescidos.."

Agrupamento de Escolas Figueira Mar